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Chewbacca disparou primeiro

(Imagem retirada de Geekstir)

Michael Clayton (2007)

Com um oscar na bagagem, para Tilda Swinton, a bizarra actriz inglesa, este filme foi uma surpresa. Embora a minha opinião de qual foi o melhor actor no filme seja relativa e apenas isso, uma opinião, a Karen Crowder (Swinton) fica no topo, não pela actuação per se, mas pelos arrepios e revolta que causava sempre que aparecia.

Michael Clayton (Clooney) é um “fixer”, a pessoa que a empresa de advogados para a qual trabalha envia quando é necessário resolver algum problema fora do normal. E fora do normal é o que acontece com o seu colega Arthur (Tom Wilkinson), que subitamente, a meio de uma audiência, perde o controle e persegue nu uma das testemunhas. Os porquês? Não me atrevo a contar uma linha da lógica do filme, tanto que provavelmente nem conseguiria, mas é forçoso ver o filme e tentar entender.

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Probabilidades para o pessimista em todos nós

Fiz uma recolha de algumas probabilidades para que possam ter uma melhor noção da realidade para os acontecimentos que todos tememos. Embora ser atacado por um tubarão ou morrer pela queda de um asteróide não sejam das coisas que actualmente mais me preocupam, mas mesmo assim…

As estatisticas foram recolhidas através de uma vasta investigação social, em livros sobre o tema, uma extensa pesquisa em algumas bibliotecas municipais, conversas de café e…vários sites da internet, mas não me recordo das fontes.

Vejam as tabelas depois do salto.

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Appleseed (2005)

Este filme já tem uns anos, mas achei pertinente deixar uma crítica, já que estou a ver o Appleseed:Ex Machina, a segunda (terceira - existe um primeiro filme de 1988) vaga desta série.

Baseado num comic de Masamune Shirow (Ghost in the shell, GITS 2:innocence), o filme é explosivo de ínicio a fim. Uso o termo explosivo não no sentido literal, embora explosões e acção abundem, mas no sentido de ser revolucionário para a época e impossivel de desligar após começar a ver.

O ano é 2131. Uma guerra global não nuclear deixou o planeta desolado. Deunan Knute, uma mulher soldado solitária, sem linhas de comunicação, continua a combater, desconhecendo que o final da guerra chegou. Embora uma combatente experiente, Deunan não é obstáculo para um helicóptero que a ataca sem aviso. Neste helicóptero vem Briareos, um antigo amor, que a retira dos campos desolados para a enigmatica utopia, Olympus.
Briareos já não é quem Deunan conheceu, sendo agora 75% mecânico, um cyborg, após uma injúria quase fatal na linha de combate. É curioso, embora comum para quem vive com filmes asiáticos à sua volta, ver um interesse romântico num filme marcadamente de acção e destruição. A diferença é que esse interesse não é óbvio, não monopoliza nem aborrece, apenas se sente nas entrelinhas de toda a acção, de um movimento de protecção entre os parceiros e uma ligação que vai para além das linhas de diálogo. Assim como com alguns outros títulos, o argumento entranha-se de uma forma inexplicável, deixando um bom sentimento e a percepção que acabamos de presenciar uma excelente experiência cinematográfica. Facilmente simpatizamos também com as personagens, com Deunan e Briareos a ficarem connosco muito após o final do filme.

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Tenho um quadro de [nome aqui] na minha sala

Jackson PollockTalvez a epifania venha tarde demais na minha vida, mas só recentemente entendi o fascínio, considerado ridículo por umas quantas pessoas que conheço, de adquirir um quadro de algum autor famoso, ou nem necessariamente famoso, mas de alguém específico.

Não se trata de o quadro em si apenas, da pinta vermelha sobre fundo branco que qualquer um de nós talvez conseguisse fazer se estivesse suficientemente bêbado, tivesse acordado para o lado certo da cama ou simplesmente o tivesse decidido fazer, mas de tudo que é inerente a essa pinta vermelha, a quem a decidiu colocar naquele preciso local e ao que ela significa. Conhecer a vida do autor, os acontecimentos que levaram à pintura do quadro, ou o próprio percurso da tela até chegar às nossas mãos, tudo lhe dá um peso e dimensão que uma cópia comprada numa loja dos 300 nunca conseguiria alcançar.

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The last legion (2007)

The last legionColin Firth, Ben Kingsley, Aishwarya Rai (Bollywood..), parecem boas razões para uma hora e meia bem passada, não? Só mais tarde reparei que andam vestidos de romanos, misturam o rei artur algures e enchem o filme de clichés.

Colin Firth em vestes de romano? Acho que foi por isso que vimos o filme…

O argumento é bastante linear. Roma cai, ou ameaça cair, um general romano(Firth) é encarregue de levar o jovem césar para segurança, fora das garras de um traidor. Algo assim. Fogem para Britannia, com um grupo de leais combatentes (Kingsley, Rai e uns quantos outros, incluindo um negro que, como é da praxe, morre), onde encontram a dita última legião e um inimigo colorido.

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Graça Morais - Visita guiada na biblioteca Almeida Garrett

Graça MoraisTivemos a oportunidade de visitar uma exposição desta pintora na Biblioteca Almeida Garrett, simpaticamente guiada pela autora, o que se tornou numa experiência muito interessante.

Senhora simpática, acessível, pinta e tem um ou dois admiradores espalhados por esse mundo fora. Não é o meu estilo de pintura, mas após ver alguns exemplos da obra desta pintora, tenho de admitir que me dá uma certa sensação de conforto, de suave lugar comum. Os temas das obras são estranhamente populares, retirados da vivência e do dia a dia da autora, desde o rural, acontecimentos noticiosos, a uma fusão constante da figura feminina com animais. Porquê? Não sei. Posso supôr, mas interessaria?

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Ultra Pingo Doce

Pingo DoceCom tantos artigos, produtos, sub-produtos, categorias e campanhas, estava sempre à espera quando finalmente apareceria um produto revolucionário que bateria todos os concorrentes.

Foi o Pingo Doce a ter a grande ideia de levar o pleonasmo ao nível seguinte.

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Só a cantora veio de táxi

VW Nas minhas leituras de ocasião, descobri um anúncio de há algumas décadas que sumariza muito do que ainda hoje pensamos. Ainda assim, existem certas pessoas que (erradamente) pensam que a situação é a inversa.

Conheçam o “Pardal e seus rapazes” e descubram mais sobre um ícone sobre rodas dos anos 60..70..por aí.

Vejam o anúncio na íntegra depois do link.

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Expiação (2007)

ExpiaçãoA pedido fui ver o Expiação (atonement), de Joe Wright, que, descobri há pouco, foi também o realizador de “Orgulho e preconceito”, também com a actriz principal deste, a estranhamente dental Keira Knightley.

Tal como a actriz, o filme teve momentos controversos de aceitação e desinteresse da minha parte. Talvez apele a amantes de romances rurais ingleses ou dramatizações serenas, mas vou tentar ser imparcial ao escrever esta crítica (mas não vou conseguir).

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