Nas minhas leituras de ocasião, descobri um anúncio de há algumas décadas que sumariza muito do que ainda hoje pensamos. Ainda assim, existem certas pessoas que (erradamente) pensam que a situação é a inversa.
Conheçam o “Pardal e seus rapazes” e descubram mais sobre um ícone sobre rodas dos anos 60..70..por aí.
Vejam o anúncio na íntegra depois do link.
Ler mais…
A pedido fui ver o Expiação (atonement), de Joe Wright, que, descobri há pouco, foi também o realizador de “Orgulho e preconceito”, também com a actriz principal deste, a estranhamente dental Keira Knightley.
Tal como a actriz, o filme teve momentos controversos de aceitação e desinteresse da minha parte. Talvez apele a amantes de romances rurais ingleses ou dramatizações serenas, mas vou tentar ser imparcial ao escrever esta crítica (mas não vou conseguir).
Ler mais…
Ontem de manhã, ao pesquisar por alguma informação extra sobre o programa Prós & Contras de Segunda-Feira, encontrei alguns comentários ao mesmo, feitos em blogs nacionais. Alguns prós, e muitos contras, surpreendentemente, embora os argumentos, claramente, não cheguem ao nível dos apresentados ontem por alguns convidados do programa.
O programa foi fantástico.
Uma professora universitária que desintegrou a minha ideia de que a educação superior, pelo menos, deveria dar alguma flexibilidade em argumentação ou, na pior das hipóteses, alguma humildade e inteligência e fazer com que o cérebro envie mensagens atempadas à boca para que se feche quando o assunto não é de todo do conhecimento.
Um advogado que não sabe soletrar as palavras educação e cordialidade, quando mais honrá-las.
Mais há mais. Tanto.
Ler mais…
Aproveitando uma oportunidade gentilmente concedida por uma amiga, fomos ver a versão do Filipe La Féria do musical “Música no coração”, em cena no Rivoli no Porto.
Não sabia o que esperar, apenas sabia que talvez a protagonista fosse a Anabela e que provavelmente a produção ia estar interessante, que é o mínimo que se pode pedir do La Féria.
Ler mais…
Ouvi na rádio, talvez hoje, que a Câmara Municipal de Alcoutim (pensava eu) se prontificou a pagar o tratamento aos seus funcionários fumadores para que deixem de o fazer (de fumar, trabalhar por muito que paguem, é sempre o mesmo - ou talvez nas Câmaras o trabalho seja inversamente proporcional ao salário(*)..bem, é outro assunto). O meu engano é que não se tratava do Município de Almeirim, mas de Alcoutim. A minha sorte é que Almeirim também tem os seus esqueletos no armário, como descobri na minha pesquisa pelo artigo sobre o tratamento.
(*) - Ainda conheço um ou dois funcionários camarários que realmente trabalham. Espécie rara.
Ler mais…
Antes de realmente ver este filme, já tinha lido alguma coisa e visto algumas cenas tendo-me parecido interessante o suficiente para arranjar algum tempo para o ver todo. E a escolha da tarde era entre o “The brave one”, da Jodie Foster, e este “Happy Killing”. Acho que escolhemos bem.
Uma estrela de cinema recebe em sua casa quatro homens inconvenientes, completamente apaixonados por ela, cada um com particularidades realmente irritantes. Um gangster com problemas de personalidade (não têm todos?), um atarracado e tímido realizador, um playboy viajado e um professor universitário demasiado verbal para ser levado a sério, até por ele próprio. Ah, e o seu agente…
Ler mais…
Há uns dias, enquanto me babava em frente ao receptor de tv, reparei que estavam a passar um qualquer programa na RTP 2 sobre diferentes formas de desporto. Falavam de kick boxing, inicialmente sobre um combate extremamente aborrecido entre dois rapazes (que tentavam partir o nariz a alguém - imagino eu que ao adversário), de uma categoria que não apanhei o nome, de, acho, menos de 63kg (os entendidos que me escrevam se estiver errado, embora não me faça muita diferença saber). Uns minutos depois, mostram dois miúdos de uns 9-10 anos, aos socos e pontapés um ao outro, extremamente empenhados em tentar marcar o adversário com uma recordação para levar para a primária no dia seguinte.
Ler mais…
O ano passou rápido, como um grande borrão na minha memória. Isto nas partes que me recordo dele, já que existem algumas semanas que, sinceramente, suspeito que tenham sequer existido.
2008 chegou, com todas as suas expectativas, resoluções - vou emagrecer, vou deixar de fumar, vou fazer exercício para não engordar por ter deixado de fumar, eu não fumo, mas devia emagrecer - e toda a infinita probabilidade de ser bem pior do que 2007. Bendito é o futuro, tão bem pensado que nunca sabemos o que nos traz, deixando-nos sempre com pelo menos a curiosidade de ir ficando para ver o que ele nos reserva. Bando de otários, nunca aprendemos com a história.
Ler mais…
.Comentários