Na minha habitual leitura diária de RSS’s, surgiu um artigo que demonstrava algo que nunca tinha visto antes. Ou melhor, que nunca tinha visto executado desta forma.
Trata-se de um protótipo de robô, em forma de cão (dizem eles, porque para quem vir, associa de imediato a um cavalo ou mula), cuja capacidade de adaptação ao terreno e a determinadas situações, me fez querer de imediato deixar aqui a chamada de atenção.
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Este domingo de manhã (sim, de manhã), fomos ver mais um Concerto Promenade no Coliseu do Porto. Desta vez foi um resumo do Messias, de Haendel, pela Orquestra de Música Antiga da ESMAE, dirigida por uma pessoa que não me recordo do nome, acompanhada pelo Coro da Academia de Música de Viana do Castelo, dirigido por outra pessoa que não me recordo, e com a participação de umas quantas pessoas que cantam, que não faço ideia quem sejam. Entendo que seja triste a minha fraca memória para os participantes, mas domingo de manhã, estar de olhos abertos, tarefa difícil, recordar nomes, muito pouco provável. Ainda tentei pesquisar por esses personagens desconhecidos, mas não obtive sucesso. A propósito disso mesmo, deixo um agradecimento à fraca informação disponível no site do Coliseu do Porto, que apenas menciona a orquestra, faz um resumo sofrível do evento, e esquece-se indecentemente de todos os outros intervenientes. Lamentável. Já nem comento que o site do Coliseu do Porto é medíocre. Afinal comentei.
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Este sábado fomos à sessão de encerramento do Fantasporto 2008. Pensávamos que seria apenas a apresentação do filme “The mist”, mas acabou por ser muito mais. Mesmo comprando os bilhetes à tarde, já só se arranjou na 2ª fila, o que não foi mau, foi mesmo perto das celebridades. Isto deu direito a ficar atrás de várias fotos tiradas a alguém famoso que estava à nossa frente, provavelmente com o dedo no nariz ou a fazer alguma cara feia, mas enfim…
O ambiente estava muito agradável, tirando uns incómodos monstros à portuguesa, patrocinados pela Super Bock, que insistiam em assediar as pessoas. Existia de tudo, de universitários cinéfilos com cordões desapertados, madames de traje de gala - provavelmente porque de seguida iria haver o Baile dos Vampiros, ou porque gostam de brilhar no escuro, não sei -, algumas celebridades como o grande Fernando Lopes, Maria João Seixas, Ana Padrão e um ou outro que não conheço, mas que dizem ser famoso/a, anda com alguém famoso/a ou pensa que é.
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(Imagem retirada de Geekstir)
Tivemos a oportunidade de visitar uma exposição desta pintora na Biblioteca Almeida Garrett, simpaticamente guiada pela autora, o que se tornou numa experiência muito interessante.
Senhora simpática, acessível, pinta e tem um ou dois admiradores espalhados por esse mundo fora. Não é o meu estilo de pintura, mas após ver alguns exemplos da obra desta pintora, tenho de admitir que me dá uma certa sensação de conforto, de suave lugar comum. Os temas das obras são estranhamente populares, retirados da vivência e do dia a dia da autora, desde o rural, acontecimentos noticiosos, a uma fusão constante da figura feminina com animais. Porquê? Não sei. Posso supôr, mas interessaria?
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Com tantos artigos, produtos, sub-produtos, categorias e campanhas, estava sempre à espera quando finalmente apareceria um produto revolucionário que bateria todos os concorrentes.
Foi o Pingo Doce a ter a grande ideia de levar o pleonasmo ao nível seguinte.
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Nas minhas leituras de ocasião, descobri um anúncio de há algumas décadas que sumariza muito do que ainda hoje pensamos. Ainda assim, existem certas pessoas que (erradamente) pensam que a situação é a inversa.
Conheçam o “Pardal e seus rapazes” e descubram mais sobre um ícone sobre rodas dos anos 60..70..por aí.
Vejam o anúncio na íntegra depois do link.
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Ontem de manhã, ao pesquisar por alguma informação extra sobre o programa Prós & Contras de Segunda-Feira, encontrei alguns comentários ao mesmo, feitos em blogs nacionais. Alguns prós, e muitos contras, surpreendentemente, embora os argumentos, claramente, não cheguem ao nível dos apresentados ontem por alguns convidados do programa.
O programa foi fantástico.
Uma professora universitária que desintegrou a minha ideia de que a educação superior, pelo menos, deveria dar alguma flexibilidade em argumentação ou, na pior das hipóteses, alguma humildade e inteligência e fazer com que o cérebro envie mensagens atempadas à boca para que se feche quando o assunto não é de todo do conhecimento.
Um advogado que não sabe soletrar as palavras educação e cordialidade, quando mais honrá-las.
Mais há mais. Tanto.
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Aproveitando uma oportunidade gentilmente concedida por uma amiga, fomos ver a versão do Filipe La Féria do musical “Música no coração”, em cena no Rivoli no Porto.
Não sabia o que esperar, apenas sabia que talvez a protagonista fosse a Anabela e que provavelmente a produção ia estar interessante, que é o mínimo que se pode pedir do La Féria.
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Ouvi na rádio, talvez hoje, que a Câmara Municipal de Alcoutim (pensava eu) se prontificou a pagar o tratamento aos seus funcionários fumadores para que deixem de o fazer (de fumar, trabalhar por muito que paguem, é sempre o mesmo - ou talvez nas Câmaras o trabalho seja inversamente proporcional ao salário(*)..bem, é outro assunto). O meu engano é que não se tratava do Município de Almeirim, mas de Alcoutim. A minha sorte é que Almeirim também tem os seus esqueletos no armário, como descobri na minha pesquisa pelo artigo sobre o tratamento.
(*) - Ainda conheço um ou dois funcionários camarários que realmente trabalham. Espécie rara.
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