Nas pesquisas habituais em sites de *ahem*torrents*ahem, encontrei esta pequena pérola que me chamou a atenção. Nem sei porquê, já que normalmente os filmes em cuja descrição entram as palavras “drama” e “romance” raramente acabam por fazer parte da minha lista de downloads. Mas que surpresa!
Um futebolista internacional, agora cozinheiro no restaurante do seu irmão, vê qualquer coisa em Nina, uma empregada desse mesmo local, qualquer coisa para a qual ela não está preparada. Durante um dia, transformado numa experiência inesquecível, ele confronta o seu passado e mostra a Nina como o amor de uma família a pode ajudar a abraçar o futuro.
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Durante a nossa presença no encerramento do Fantasporto deste ano (2008), o prémio de audiência e de melhor filme internacional foi entregue a um filme, então desconhecido, chamado [REC]. Após isso vi o trailer e ficamos curiosos em ver o filme. Mal sabiamos…
Uma equipa de reportagem, Ángela e Pablo, é enviada a um quartel de bombeiros para filmar uma noite de trabalho dos soldados da paz. Aparentemente uma noite calma, com apenas uma chamada a um edifício onde se relataram gritos vindos de um apartamento onde reside uma senhora de idade, rapidamente a rotina se transforma num labirinto de violência, tensão e alpinismo emocional. Tanto para as personagens do filme como para nós.
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Pretendia alternar a publicação de críticas a filmes com artigos sobre outros assuntos, mas compromissos profissionais, e preguiça generalizada, impedem-me de o fazer. Por isso fica mais um filme para folia geral.
Não podia deixar passar a oportunidade de ver a nova versão do épico familiar Rambo. Vi no pda aos poucos, durante um período de uns quantos dias e não foi por isso que o filme perdeu qualidades. Qualidades dúbias, é certo, mas sempre qualidades.
Um grupo de ajuda humanitária pede ajuda a John (Stallone) para que os conduza rio acima até Burma, onde pretendem ajudar uma pequena comunidade local, constantemente aterrorizada por soldados de um abominável déspota (não são todos?). Com alguma resistência inicial, Rambo concorda..aliás, não me recordo se realmente acaba por os levar até ao seu destino ou se vão por outros meios, mas não é importante. O verdadeiramente importante é que o grupo é feito refém, o governo dos Estados Unidos envia mercenários para os resgatar, e o Rambo decide ajudar na missão.
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Depois da entrega de prémios que comentei no post anterior, acabamos por conseguir ver o filme de encerramento do Fantasporto 2008, este “the mist”, de Frank Darabont (the shawshank redemption e green mile), habitual colaborador de Stephen King na adaptação das suas obras ao cinema. Este sendo também uma dessas adaptações.
Não conheciamos grande coisa sobre o filme, apenas que o tema era um nevoeiro misterioso, que tinha dedo de Stephen King e nada mais. Tanto que a expectativa foi aumentando pela demora na entrega de prémios e a malfadada actuação dos Blasted Mechanism. Valeu a pena a espera, mas explico tudo após o salto.
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Este sábado fomos à sessão de encerramento do Fantasporto 2008. Pensávamos que seria apenas a apresentação do filme “The mist”, mas acabou por ser muito mais. Mesmo comprando os bilhetes à tarde, já só se arranjou na 2ª fila, o que não foi mau, foi mesmo perto das celebridades. Isto deu direito a ficar atrás de várias fotos tiradas a alguém famoso que estava à nossa frente, provavelmente com o dedo no nariz ou a fazer alguma cara feia, mas enfim…
O ambiente estava muito agradável, tirando uns incómodos monstros à portuguesa, patrocinados pela Super Bock, que insistiam em assediar as pessoas. Existia de tudo, de universitários cinéfilos com cordões desapertados, madames de traje de gala - provavelmente porque de seguida iria haver o Baile dos Vampiros, ou porque gostam de brilhar no escuro, não sei -, algumas celebridades como o grande Fernando Lopes, Maria João Seixas, Ana Padrão e um ou outro que não conheço, mas que dizem ser famoso/a, anda com alguém famoso/a ou pensa que é.
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Com um oscar na bagagem, para Tilda Swinton, a bizarra actriz inglesa, este filme foi uma surpresa. Embora a minha opinião de qual foi o melhor actor no filme seja relativa e apenas isso, uma opinião, a Karen Crowder (Swinton) fica no topo, não pela actuação per se, mas pelos arrepios e revolta que causava sempre que aparecia.
Michael Clayton (Clooney) é um “fixer”, a pessoa que a empresa de advogados para a qual trabalha envia quando é necessário resolver algum problema fora do normal. E fora do normal é o que acontece com o seu colega Arthur (Tom Wilkinson), que subitamente, a meio de uma audiência, perde o controle e persegue nu uma das testemunhas. Os porquês? Não me atrevo a contar uma linha da lógica do filme, tanto que provavelmente nem conseguiria, mas é forçoso ver o filme e tentar entender.
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Este filme já tem uns anos, mas achei pertinente deixar uma crítica, já que estou a ver o Appleseed:Ex Machina, a segunda (terceira - existe um primeiro filme de 1988) vaga desta série.
Baseado num comic de Masamune Shirow (Ghost in the shell, GITS 2:innocence), o filme é explosivo de ínicio a fim. Uso o termo explosivo não no sentido literal, embora explosões e acção abundem, mas no sentido de ser revolucionário para a época e impossivel de desligar após começar a ver.
O ano é 2131. Uma guerra global não nuclear deixou o planeta desolado. Deunan Knute, uma mulher soldado solitária, sem linhas de comunicação, continua a combater, desconhecendo que o final da guerra chegou. Embora uma combatente experiente, Deunan não é obstáculo para um helicóptero que a ataca sem aviso. Neste helicóptero vem Briareos, um antigo amor, que a retira dos campos desolados para a enigmatica utopia, Olympus.
Briareos já não é quem Deunan conheceu, sendo agora 75% mecânico, um cyborg, após uma injúria quase fatal na linha de combate. É curioso, embora comum para quem vive com filmes asiáticos à sua volta, ver um interesse romântico num filme marcadamente de acção e destruição. A diferença é que esse interesse não é óbvio, não monopoliza nem aborrece, apenas se sente nas entrelinhas de toda a acção, de um movimento de protecção entre os parceiros e uma ligação que vai para além das linhas de diálogo. Assim como com alguns outros títulos, o argumento entranha-se de uma forma inexplicável, deixando um bom sentimento e a percepção que acabamos de presenciar uma excelente experiência cinematográfica. Facilmente simpatizamos também com as personagens, com Deunan e Briareos a ficarem connosco muito após o final do filme.
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Colin Firth, Ben Kingsley, Aishwarya Rai (Bollywood..), parecem boas razões para uma hora e meia bem passada, não? Só mais tarde reparei que andam vestidos de romanos, misturam o rei artur algures e enchem o filme de clichés.
Colin Firth em vestes de romano? Acho que foi por isso que vimos o filme…
O argumento é bastante linear. Roma cai, ou ameaça cair, um general romano(Firth) é encarregue de levar o jovem césar para segurança, fora das garras de um traidor. Algo assim. Fogem para Britannia, com um grupo de leais combatentes (Kingsley, Rai e uns quantos outros, incluindo um negro que, como é da praxe, morre), onde encontram a dita última legião e um inimigo colorido.
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A pedido fui ver o Expiação (atonement), de Joe Wright, que, descobri há pouco, foi também o realizador de “Orgulho e preconceito”, também com a actriz principal deste, a estranhamente dental Keira Knightley.
Tal como a actriz, o filme teve momentos controversos de aceitação e desinteresse da minha parte. Talvez apele a amantes de romances rurais ingleses ou dramatizações serenas, mas vou tentar ser imparcial ao escrever esta crítica (mas não vou conseguir).
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