Arquivo para a categoria 'O que aprendi'

Polibã (não polivan ou polivã)

Hoje, ao tentar escrever uma qualquer piada foleira sobre casas-de-banho, fiquei na dúvida sobre como se escrevia a palavra que designa aqueles chuveiros em forma de cabine telefónica. Em praticamente todos os lados se escreve “polivan” ou “polivã”, mas afinal a forma correcta é “polibã”, com B. Aliás, uma esmagadora maioria de sites de empresas imobiliárias, erradamente, utiliza “polivan”. É favor corrigir.

A palavra é um aportuguesamento da palavra francesa “poliban” e significa, como todos saberão, “espaço de um quarto de banho, em geral de forma quadrangular, delimitado por um rebordo baixo e fechado com cortinas ou portas de correr, no qual se encontra um chuveiro”.

Probabilidades para o pessimista em todos nós

Fiz uma recolha de algumas probabilidades para que possam ter uma melhor noção da realidade para os acontecimentos que todos tememos. Embora ser atacado por um tubarão ou morrer pela queda de um asteróide não sejam das coisas que actualmente mais me preocupam, mas mesmo assim…

As estatisticas foram recolhidas através de uma vasta investigação social, em livros sobre o tema, uma extensa pesquisa em algumas bibliotecas municipais, conversas de café e…vários sites da internet, mas não me recordo das fontes.

Vejam as tabelas depois do salto.

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Tenho um quadro de [nome aqui] na minha sala

Jackson PollockTalvez a epifania venha tarde demais na minha vida, mas só recentemente entendi o fascínio, considerado ridículo por umas quantas pessoas que conheço, de adquirir um quadro de algum autor famoso, ou nem necessariamente famoso, mas de alguém específico.

Não se trata de o quadro em si apenas, da pinta vermelha sobre fundo branco que qualquer um de nós talvez conseguisse fazer se estivesse suficientemente bêbado, tivesse acordado para o lado certo da cama ou simplesmente o tivesse decidido fazer, mas de tudo que é inerente a essa pinta vermelha, a quem a decidiu colocar naquele preciso local e ao que ela significa. Conhecer a vida do autor, os acontecimentos que levaram à pintura do quadro, ou o próprio percurso da tela até chegar às nossas mãos, tudo lhe dá um peso e dimensão que uma cópia comprada numa loja dos 300 nunca conseguiria alcançar.

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Froque, s. m.

cordãozinho de felpa;
froco.

e por arrasto:

Froco, s. m.

do Lat. floccu

floco de neve;
folheca;
felpa de lã ou de seda em bocadinhos ou torcida em cordão, para bordar, para ornatos de vestuário, etc. .

exemplo: “[…] a coberta antiga com rosetas […] com froques nas beiras […]